Mês: setembro 2015

Sorteio de Dia das Crianças!

Não importa se você não é mais criança: No dia 12 de outubro você pode ganhar um turbilhão de prêmios que vão fazer sua criança interior surtar de felicidade! Que tal: 1 livro “O Aprendiz” (série Conjurador), do autor Taran Matharu, recém-publicado pela editora Galera Record 1 kit de “As Aventuras do Caça-Feitiço”, com aviso de porta + íma 2 provas com o primeiro capítulo de “Quem sabe um dia”, estreia de Lauren Graham (atriz de Gilmore Girls), publicado pela editora Record 1 kit de marcadores (são mais de 20!) 1 kit de bottons (“No mundo da Luna”, Carina Rissi + “Trono de Vidro”, Sarah J. Maas + “Sangue”, K.J. Wignall + “Cinderela Pop”, Paula Pimenta + “Ateliê Fashion”, Rafaela Machado + Mochilão da Record) Anúncios

Matt Damon virou capa de livro

Aqui está uma história que reúne três elementos que levam pessoas às salas de cinema: humor, ação e aventura. “Perdido em Marte” (“The Martian”, EUA, 2015) acaba de virar filme, e subvertendo todo o estigma das adaptações de livros, neste caso o pupilo conseguiu superar o mestre. O que não foi difícil, já que bastava cortarem todo o excesso de siglas, informações técnicas e cálculos entendiantes, que os efeitos visuais em 3D com certeza dariam conta do resto.

No meio dessa briga tem um Nietzsche

Se em “Romeu e Julieta” e “Abril Despedaçado” as mortes causadas pelas rixas familiares ficam por isso mesmo, em “Que fim levou Juliana Klein?” elas são investigadas. Não por acaso, seu título é uma pergunta bem direta. Afinal, ao contrário das histórias de Shakespeare e Ismail Kadare (respectivamente), o romance policial de Marcos Peres é ambientado numa Curitiba do século XXI e conduzido pelo olhar do delegado Irineu de Freitas. Marcos Peres, o autor, que em 2013 venceu o Prêmio Sesc de Literatura com “O Evangelho Segundo Hitler”, desta vez usou um aforismo de Nietzsche como inspiração. Alternando-se em 3 momentos temporais diferentes (2005, 2008 e 2011) e com uma rixa familiar no pano de fundo da história, Marcos aborda a nocividade das crenças cegas – que, aliás, nem sempre são religiosas. Juliana Klein, a grande motivadora do título do livro, é mais que especialista no filósofo alemão: ela chega a ser obcecada.

O Gigante Enterrado é sobre todas as coisas

Eu estava por fora da hype. Meu primeiro contato com ele foi através de uma amiga. A Gabi Félix tinha os óculos mais legais da escola e foi ela que me apresentou uma das minhas séries favoritas, então eu confio no gosto dela. No dia seguinte em que a Gabi disse que queria ler “O Gigante Enterrado”, eu fui à livraria conhecê-lo ao vivo: Uma edição impecável, que encanta à primeira vista pela aparência, e já na primeira página pelo conteúdo. Comecei a ler ali mesmo, no café da livraria, e durante os dias que levei para terminar de lê-lo eu fui outra pessoa.

Resumo da Bienal do Livro 2015

Depois de anos correndo pelo Riocentro com meus pais na perseguição, chegou o momento de dizer: Eu fui à Bienal do Livro sozinha! E mais: fui como parceira do Grupo Editorial Record! Foi épico, foi mágico, foi sensacional. E eu só comprei UM livro. Aperte o play que esse vídeo tem participação especial do Coiso! ❤ E você, foi à Bienal? Conte-me tudo aqui nos comentários!

Paixão obsessiva à primeira vista

Não é por acaso que “Minotauro”, romance do israelense Benjamin Tammuz, faz alusão à criatura mitológica.  Assim como o mito grego sobre a besta com cabeça de touro, o livro parte de uma paixão avassaladora rumo a um desfecho devastador. Ler “Minotauro” é como andar num labirinto com o predador em seu encalço. “Nenhuma realidade é capaz de afastar um sonho. Nenhum ser vivo pode vencer um fantasma” (pág. 103) No dia do seu aniversário de 41 anos, um homem se apaixona por uma adolescente dentro de um ônibus londrino. A menina, sem suspeitar do homem que agora a segue à distância, desce do ônibus e caminha para casa, revelando assim seu endereço. E então, nos dias que se seguem, ela começa a receber cartas anônimas desvairadamente apaixonadas. O homem em questão é Alexander Abramov, agente secreto israelense que, durante uma missão clandestina em Londres, finalmente vislumbra sua razão de viver: a menina Téa. A partir daí, acompanhamos uma enxurrada de versos que assediam a adolescente. E a reação de Téa a tudo isso vem conferir uma dose extra de suspense à história. “Tiro seus …

Mistério em terras afegãs

Especializado em jornalismo internacional, Igor Gielow migrou o conhecimento adquirido ao longo dos seus muitos anos como correspondente e escreveu um romance. Publicado há pouco tempo pela Editora Record, “Ariana” é a cria que guarda semelhanças com o criador: Mark Zanders, o protagonista, é um jornalista brasileiro a serviço de um jornal londrino no Afeganistão. Sobrevivente de um atentado, é ainda entre os escombros que o protagonista recebe a grande missão de sua vida: “encontrar Ariana”. Quem lhe dá as fracas coordenadas é seu assistente agonizante, e então começa sua saga. Mark se compromete a encontrar aquilo que lhe poderá trazer muitas respostas. Ariana, aparentemente um nome de mulher… Mas encontrar uma única mulher no meio de um Oriente Médio em guerra? Nada fácil. “Deve haver tratados científicos sérios, poesia de qualidade e muita música pop lacrimosa escrita sobre esse momento, em que algo acontece a duas pessoas completamente distintas que as aproxima irresistivelmente” (Pág. 32) A história, sem dúvidas, é instigante. Pontuado por muita ironia, drama e suspense, o livro acompanha a trajetória de um jornalista sarcástico que se …

Diretamente da Holanda para o Brasil

Quantos livros de autores holandeses você já leu na vida? Não muitos, aposto. Visando suprir essa carência e introduzir diversidade no mercado editorial, o Café Amsterdã acaba de chegar ao Rio de Janeiro. Já tendo passado por São Paulo e Curitiba, o evento contará com mesas redondas, leituras, projeção de filme e, é claro, noites de autógrafos com os autores. Aliás, sobre os autores presentes, dois deles foram publicados recentemente pela editora independente Rádio Londres, parceira do Literasutra! Confira: Antes de chegar ao Brasil, o Café Amsterdã passou por capitais como Barcelona, Pequim e Buenos Aires, e é organizado pela Fundação Holandesa das Letras. Clique aqui e confira a programação completa!