Mês: abril 2016

Um guia empoderador de pais e mães sobre o autismo

Quanto mais cedo uma criança é diagnosticada com o transtorno do espectro autista (popularmente conhecido como autismo), melhor é o seu prognóstico. Isto significa que as chances de desenvolvimento da criança serão muito maiores, já que as inúmeras possibilidades terapêuticas devem ser postas em prática o quanto antes. O ideal é que isto aconteça antes dos 2 anos de idade, mas no Brasil o caso é alarmante: o diagnóstico só costuma vir por volta dos 8 anos. Para ajudar a preencher essa lacuna, empoderando mães e pais por meio do conhecimento, existe o livro “Manual do Autismo – Guia dos pais para o tratamento completo”, escrito pelo dr. Gustavo Teixeira, publicado pela editora Best Seller. “As mães costumam ser as primeiras a perceberem os sinais do transtorno nos filhos e, muito frequentemente, não são ouvidas nem pela família nem pelo pediatra da criança, o que retarda o diagnóstico e compromete o desfecho desses indivíduos na vida adulta”. Anúncios

Somos mais do que aquilo que somos sozinhos

Se tivesse sido lançado pela primeira vez recentemente, “62: Modelo Para Armar” seria chamado (ainda que erroneamente) de spin-off. Isso porque o romance (se é que pode ser classificado como tal) do argentino Julio Cortázar nasceu a partir de um outro livro seu, muito mais conhecido: “O Jogo da Amarelinha”, de cujo capítulo 62 ele é um desdobramento. Mas Cortázar é da turma old school, falecido cinco anos antes de eu nascer. E é justamente por isso que ambos os livros são considerados tão inovadores – e embora tenham inspirado um séquito de obras de outros autores, até hoje ainda não foram superados.

Aquele zumbi de raiz

O zumbi que conhecemos hoje em dia teve origem no final dos anos 60, durante a Guerra do Vietnã. “A Noite dos Mortos Vivos”, filme de George Romero, foi considerado subversivo por levantar inúmeras críticas à cultura da época. Foi um choque, uma sambada na cara da sociedade. Justamente por isso, embora não tenha sido a primeira obra a incluir comedores de cérebro no elenco, considera-se que o longa-metragem é o progenitor do sub-gênero apocalipse zumbi. Então, sabe aquele zumbizão de responsa, de raiz? O tatata(…)taravô dele você encontra aqui.

3 livros interativos para qualquer pessoa

Se mamilos são polêmicos, os livros interativos não ficam para trás. Com seus espaços para colorir e lacunas para preencher, não é difícil encontrar quem os ame, mas eu não me surpreenderia se houvesse uma passeata de ódio com direito a bonecos infláveis gigantes contra a sua existência. Mas você sabe como é a vida, mesmo entre os assuntos mais polêmicos há aqueles indivíduos que cativam a todos. Então prepare-se para conhecer 3 livros interativos capazes de conquistar qualquer pessoa!

Leitores de economia, avante!

“A Jogada do Século” foi a grande inspiração para o filme “A Grande Aposta”. Acompanhando o lançamento da comédia dramática aqui no Brasil (bem como sua indicação ao Oscar), a Best Business, selo do Grupo Editorial Record, lançou o livro novamente — para a nossa alegria! E, embora represente um desafio para quem não entende muito sobre mercado financeiro, temos aqui uma ótima leitura. 

O pontinho colorido numa paisagem toda branca

Madeleine Whittier não tem muitas aventuras para contar sobre seus 18 anos recém-completos. Ela tem Imunodeficiência Combinada Grave, o que significa que é alérgica a tudo, qualquer coisa pode dar início a um ataque de doenças. E justamente por isso ela nunca saiu de casa, onde vive uma rotina previsível. Mas tudo bem, ela está muito consciente de como sua condição é imutável. Até que Olly se muda com a família para a casa ao lado. E então Madeleine se torna o pontinho colorido em meio à paisagem branca e insossa que foi sua vida até então. “Essa meia-vida pálida não significa viver de fato.” (Pág. 164)

Quando a ficção conta muito sobre a vida

A contracapa promete e o livro cumpre: Aminata Diallo é mesmo “uma das personagens femininas mais fortes e marcantes da ficção contemporânea”. A protagonista de O Livro dos Negros é tão acessível que quase torna-se palpável – mas esta é apenas a qualidade mais óbvia do romance de Lawrence Hill: Conhecido pela relevância de suas obras, o canadense alia o talento de escritor ao seu conhecimento enquanto sociólogo e estudioso da temática da escravidão.