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Guardiões da Galáxia 2: O que esperar das 5 cenas pós-creditos

Saiu mais cedo do filme? Teve que meter o pé pra não pagar mais caro no estacionamento? Ou ficou até o final e não entendeu quase nada? Seja bem-vindo! Nesse texto eu te explico cada uma das CINCO cenas pós-crédito de Guardiões da Galáxia Vol. 2. (Lembrando que se você sofrer de spoilerfobia é melhor clicar aqui e escolher outra coisa para ler).

1. Kraglin e a flecha de Yondu

A primeira cena é uma extensão bacana do final imediato do filme. Com a morte de Yondu, a responsabilidade sobre a Flecha Yaka (uma das armas mais fortes das quais se tem notícia) fica nas mãos de Kraglin. O problema é que, apesar de agora ser o o comandante da nave Saqueadora, Kraglin continua sendo o desastroso de sempre. Então, na sagacidade do assovio maroto, a Flecha cadencia, cata cavaco e engata voo só para aterrissar logo depois…. no peito do Drax (logo nele?), que grita de dor. Kraglin dá o famoso golpe de joão-sem-braço e sai de perto, para evitar a fúria retaliadora sem metáforas de Drax.

2. Os Guardiões da Galáxia Raiz – ainda te amo, Nutella

Os líderes de distintos grupos de Saqueadores se reúnem na nave de Stakar (Silvester Stallone). O Rambo espacial admite que sentia saudades de reunir a galera da antiga e diz que seria uma boa roubarem algo… Eles são os Guardiões da Galáxia originais! Os Guardiões Raiz, de quando Guardiões ainda era coisa de nerd (e não mainstream, da galera que só ama o Groot). Além do Stakar (Stallone), também estão no grupo: Mainframe (dublado pela Hanna Montana Miley Cyrus), Capitão Charlie-27 (Ving Rhames), o cristalino Martinex, Aleta (ex-mulher de Stakar e interpretada pela incrível Michelle Yeoh), Krugarr (totalmente de CGI e com poderes semelhantes ao Doutor Estranho) e o falecido Yondu, que provavelmente seria substituído por Kraglin. As chances são de que a galera da velha guarda reapareça como um time em futuras aventuras da Marvel.

3. Adam Warlock – corram para as montanhas!

A Real Sacerdotisa, no melhor estilo Lady Gaga, contempla o esporro supremo galático que vai levar do Conselho dos Soberanos por todos os gastos que ela teve para acabar com os Guardiões que – adivinha? – não deram em nada. Mas ela tem uma última carta na manga, uma última criação, mais forte, mais preparada para enfrentar os Guardiões. E ela é TÃO perfeita, que a Sacerdotisa decide chamá-la de… Adam, o primeiro de sua espécie! A cena fecha o close numa espécie de sarcófago dourado cheio de fios. E ponto. Essa, caros leitores, é a primeira aparição de Adam Warlock, personagem da Marvel do tipo Apelão, de tão forte que ele é. Além de ser fabuloso, com cabelos L’oreal Paris (Thor #xatiado), ele tem poderes telecinéticos e possui uma gama incrível de habilidades, incluindo a manipulação de energia bruta e de matéria (sim, é tão bizarro quanto parece), o que permite que ele construa estruturas e elementos do nada e mude os estados de matéria. Resumindo, ele não é o tipo de cara que você quer puxar briga no bar e tem grandes chances de ele aparecer em filmes futuros.

4. Groot Adolescente – mimimi, irrimi issi quirti!

Peter Quill, o Senhor das Estrelas, entra no quarto de Groot e o encontra plantado (ba-dum-tss) jogando videogame no meio da bagunça suprema: heras, raízes, galhos e folhas caídas pra todo lado. Com isso o filme cria a licença poética de Groot já estar adulto no próximo filme, que a princípio se passaria anos depois do Vol. 2. Isto significaria um Groot em Full Planta Mode, e com todos os poderes que tinha no primeiro filme, sendo portanto um tronco difícil de derrubar (prometo parar os trocadilhos agora).

5. Stan Lee e os Vigias

A última cena pós-crédito é divertidinha, mas a princípio pouco acrescenta em qualquer história. Nela aparece o onipresente e onisciente Stan Lee, sentado num meteorito, enquanto os Vigias, cansados de ouvi-lo, decidem deixá-lo e puxar o rolé pra outro planeta. A grande sacada é que os Vigias, como o nome denuncia, são observadores de todo o Universo da Marvel, ou seja, sabem de tudo que rola nos Multiversos e na vida de cada herói e personagem da Marvel. Basicamente somos nós, só que com cabeças enormes e pupilas brancas que vivem no espaço, e com tempo e dinheiro para poder ler tudo que rola na Marvel. O filme sugere que eles ficam sabendo de tudo através do próprio Deus criador da Marvel, Stan Lee, falando diretamente com ele.

Um detalhe legal que rola durante os créditos é a primeira aparição oficial do personagem do Jeff Goldblum (o eterno Iam Malcolm de Jurassic Park), uma espécie de líder intergaláctico que será importante em Thor: Ragnarok. Ele aparece brevemente dançado ao som do (excelente) sucesso “Surrender” da banda Cheap Trick.

Ao fim fica aquela já conhecida sensação de quero mais, e isso a Marvel sempre soube criar muito bem. Agora é esperar pra ver o Ragnarok em Asgard.

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