Mês: março 2018

A Síndrome de Asperger no livro “Passarinha”

“No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer acabar com isso, mas como uma menina de onze anos de idade, com síndrome de Asperger ela não sabe como. Quando ela lê a definição de encerramento ela percebe que é o que ela precisa. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco, o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.” Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Asperger? Como uma criança autista lida com a dor da perda e convive com preconceito? As respostas para essas e algumas outras perguntas você pode encontrar no livro “Passarinha”, da escritora Kathryn Erskine, que conquistou 15 premiações e, inclusive, o National Book Awards, em 20105. De uma maneira envolvente e com uma linguagem simbólica, o que permite múltiplas interpretações em …

“Felicidade para Humanos” – Afinal, o que é felicidade?

Lidar com situações onde é evidente a complexidade das relações humanas sempre é algo que chama atenção e traz alguns momentos reflexivos. Imagine ler sobre a busca por um relacionamento ideal acompanhado de um amigo que é nada mais nada menos uma inteligência artificial em desenvolvimento? O livro “Felicidade para humanos” apresenta a história da Jen, uma mulher de trinta e quatro anos que acabou de terminar um relacionamento, e a sua relação com o Aiden, um programa de computador que está sendo desenvolvido pela empresa onde ele trabalha. Recém solteira e passando por um dos momentos mais tristes da sua vida, Jean vai contar com apoio do seu programa de computador para seguir a sua vida.

A (falta de) representatividade negra em “A Casa das Sete Mulheres”

Logo no início da minha leitura de “A Casa das Sete Mulheres”, expressei meu descontentamento no instagram: a pouca representatividade dos personagens negros me incomodou muito, provavelmente porque contrastou com o tipo de leitura que tenho feito ultimamente. Considerei todos os comentários que recebi na postagem, e as quase 500 páginas do livro me deram tempo e material suficientes para estruturar melhor a minha opinião. Agora, terminada a leitura, parte do meu descontentamento permanece. E eu gostaria de saber o que vocês têm a dizer sobre isso. IMPORTANTE: Estas minhas divagações dizem respeito apenas ao primeiro livro da trilogia. Depois que eu ler os outros poderei atualizar minha opinião sobre o assunto (e espero que ela tenha motivos para mudar).