Todos os posts em: Sem categoria

Apenas um canal fantasma

Ainda não é chegado o halloween, mas nós não somos do tipo que se rende aos impulsos consumistas de uma data comemorativa, não é mesmo? Pois então, dia de fantasma é todo dia! Então, sem mais delongas, apresento-lhes o canal fantasma! ❤ Pois é, não vamos deixar o fantasminha triste: Inscreva-se no canal para fazer companhia para ele! E se isto não for suficientemente convincente para você, aqui vai outro motivo: O canal estreará com várias promoções sensacionais de livros! Vem cá! 🙂 Anúncios

Nova parceria: “Lavínia – No Limite”

A jornalista Nathalia Alvitos é mais nova parceira do Literasutra. “Lavínia – No Limite” é sua estreia no mundo literário. A história é protagonizada pela personagem que lhe dá título, uma jovem de 25 anos diagnosticada com síndrome de borderline. Enquanto a resenha não chega aqui no blog, fique com o release do livro: Faz tempo que a solidão não é um sentimento exclusivo das pessoas mais velhas. Com o avanço da tecnologia, das redes sociais e aplicativos, o efeito nas pessoas é de isolamento, ao invés de socialização.  A solidão anda em passos lentos, chega, de mansinho, como quem não quer nada e, de repente, lá está. Uma solidão angustiante, um vazio que leva as pessoas a fugirem de si próprias. Assim é Lavínia, uma mulher que poderia ter tudo na vida. Jovem, 25 anos, rica, bonita, mas não aceita rótulos.  Tem repulsa pelas pessoas que não a compreendem e, ao mesmo tempo, necessita de carinho, abraços e atenção. Encontra conforto quando fica só. Desde que perdeu seus pais em um acidente, ficou sem chão, sem rumo, e o único irmão tornou-se motivo …

17 dias sem dormir

“Do ponto de vista prático, não há nada de errado comigo, a não ser o fato de não dormir” (pág. 12) Suponhamos que você não conseguisse mais dormir. Não que se tratasse de um caso comum de insônia, mas simplesmente uma ausência completa de sono. Considerando que antes você dormia por exatamente o tempo normal recomendado de 8 horas por noite, agora você tem mais 8 horas diárias disponíveis para fazer o que quiser. Eis a situação da personagem de “Sono”, uma mulher já casada e com filho, a qual poderia-se dizer que é comum, não fosse pela onipresença do estado de alerta.  “Até então, eu consumia um terço do dia numa atividade denominada dormir; o que eles chamam de “tratamento para esfriar o motor”. Mas, agora, um terço da minha vida passou a me pertencer. (…) Posso usá-lo do jeito que bem entender. (…) Isso sim significa expandir a vida. Eu havia ampliado a minha vida em um terço” (pág. 84) Com tanto tempo livre e exclusivamente seu, esta mulher simplesmente lê. Um hábito tão básico, que …