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De Neil Gaiman a Machado de Assis: O que assistir no Festival do Rio?

O Festival do Rio de 2017 já tem data marcada: de 5 a 15 de outubro o Rio de Janeiro sediará mais uma edição do festival de cinema, exibindo filmes de mais de 60 países diferentes. Para te ajudar a montar uma programação infalível, o Literasutra fez uma lista de filmes que tratam sobre o universo literário. Divirta-se! Assista abaixo vídeo com dicas de filmes baseados em livros que serão exibidos durante o festival: ROBERTO BOLAÑO: A BATALHA FUTURA CHILE (Roberto Bolaño: La batalla futura Chile) de Ricardo House. Chile / Espanha, 2016. 63min. Roberto Bolaño foi considerado por seus pares o mais importante autor latino-americano de sua geração. Seu romance póstumo 2666, lançado originalmente em 2004, é considerado sua obra máxima, tendo sido altamente aclamado pela crítica especializada desde então. Este é um olhar atento sobre o prestigiado escritor e a turbulência provocada por seu estranho relacionamento com o Chile, seu país de origem, retratando-o através de seus amigos, sua ironia e seu gênio, com um importante material de arquivo inédito e entrevistas gravadas no México, …

Murakami na tela

“And when I awoke I was alone This bird has flown” Norwegian Wood, The Beatles Dois dias depois de ler Norgewian Wood, flagrei sua versão cinematográfica na televisão. Mas só a assisti recentemente, quando a melancolia que me atingiu ao final do livro já havia se dissipado por completo – sentimento que  “Como na canção dos Beatles: Norwegian Wood” (“Noruwei no mori”, Japão, 2010) me trouxe inteiramente de volta, aliás. Pôster e fotos do filme no final do texto!

Um filme de pouca mobília e muito significado

“Cão sem dono” (Brasil, 2007) é a versão cinematográfica de “Até o dia em que o cão morreu”, primeiro romance de Daniel Galera.  Fruto da primeira parceria dos diretores Beto Brant e Renato Ciasca com o escritor e roteirista Marçal Aquino, o longa-metragem cumpre muito bem seu papel de adaptação. Por ser fiel à questão central do livro, é capaz de gerar os mesmos sentimentos e inquietudes que o romance.

Era elo, era pacto, era transa

Um nome de livro e de filme; um nome tão grande para uma revelação ainda maior. É claro que você sabe quem é a Camila Pitanga, mas nunca a viu como em Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios (Brasil, 2011). A atriz surpreende pela forma como se entrega a Lavínia, certamente a personagem mais densa de sua carreira até então. Seu magnetismo em cena é tão grande que, não fosse pela maestria com que Beto Brant e Renato Ciasca dirigiram a bela adaptação do livro homônimo de Marçal Aquino, eu poderia assumir uma metonímia e dizer que o filme é a própria Camila.